The Lord of The Rings – O Senhor dos Anéis: O Porte Físico como parâmetro de Capacidade de Ação


Artigo escrito por Roberto Guimarães, Especialista em Sociologia e Diretor do Grupo Projetar - Evolução Pessoal, e por mim, em parceria com o site i9vadore.





AVISO: o texto abaixo contém SPOILERS.

O Senhor dos Anéis é uma trilogia adaptada dos livros homônimos de J.R.R. Tolkien que colecionou bilheterias exorbitantes e variadas premiações no Oscar. O mundo fantástico criado por Tolkien serviu de base para o desenvolvimento de jogos RPG – Role Playing Games, nos quais era requerida, pelos jogadores, a interpretação de personagens envolvidos em tramas elaboradas e narradas pelo Mestre de Jogo. Atualmente, o termo RPG é mais utilizado para fazer referência a jogos de computador que, apesar de oferecerem alguma diversidade de ação, não requerem a interpretação que dá origem ao termo Role Playing.

A história do filme narra a jornada de alguns hobbits, pequenos seres humanoides que viviam isolados em seu “condado”, até as terras de Mordor, o coração do “mal”, para destruir um anel encantado com poderes mágicos, mas capaz de consumir o caráter de seu portador. Contavam com um seleto grupo de guerreiros e magos para auxiliar em seu caminho, mas a tarefa final cabia somente àqueles carismáticos e ingênuos seres afastados dos aspectos mundanos da vida em sociedade.

Ao verem os portadores do anel de poder pela primeira vez, facilmente os espectadores se carregam de surpresa. É muito comum esperar que os heróis de histórias que envolvem combates e outros desafios físicos tenham porte grande, sejam musculosos e vigorosos.

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